O nosso jornal de todas as manhãs

17 de julho de 2012


Antes da popularização da televisão, o jornal foi por muito tempo o principal meio de comunicação. Com a crise econômica de 2008 e a internet, muitos jornais fecharam as portas. Em muitos países, houve declínio na prática da leitura de impressos, exceto no Brasil, onde os jornais veem ganhando cada vez mais espaço. 

Um dos pontos fortes de se acompanhar a mídia impressa e, claro, em especial os jornais, é ter acesso a informação de forma íntegra. Os textos costumam serem completos. A diversidade de cadernos faz com que o leitor se integre a tudo que está acontecendo no mundo de forma que pratique reflexões, exercitando o  senso crítico. Não é à toa que existem jornais de esquerda, direita, centro, liberal, ou seja, o jornal tende a seguir ideologias.


Em 2010, a tiragem de jornais impressos no Brasil cresceu 4,2 %. Fatores como o novo cenário econômico do país podem ser um dos motivos, mas deve-se levar em consideração a aliança dos impressos com a internet. Os jornais possuem portais online, onde é possível encontrar uma vasta quantidade de informação de maneira compacta. A sede de saber mais pode sim ter colaborado para o aumento das tiragens. Além dos portais, o que tem crescido no país e no mundo são versões de jornais para tablets, celulares e até mesmo versões online

O mercado dos impressos só tende a crescer, aliado às novas tecnologias. Os mesmos estão cada vez mais atingindo diferentes públicos, seja os aposentados de olho nas chamadas de aumento salarial, o torcedor fanático, a noveleira fiel, o investidor que procura estar atualizado no mercado, o jovem que precisa se informar para o vestibular... Todos nós, brasileiros, estamos lendo mais jornais.


Por Isaque Lima

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